Home Sobre Pesquisa Consultoria Análises Públicas Soluções NOVO Contato
Iniciar conversa →
Diagnóstico de Decisão

Quantifique o risco de decidir sem dados.

Cinco perguntas, duas saídas, cada coeficiente ancorado em pesquisa revisada. Uma referência ilustrativa, não uma previsão.

5 entradas ~60 segundos Fontes abertas

Descreva a decisão

O painel de resposta atualiza em tempo real conforme você preenche.

01 · Porte da decisão

Peso financeiro aproximado da decisão (o capital, receita ou custo em jogo).

02 · Reversibilidade

Porta de mão dupla (dá pra voltar em semanas) ou porta de mão única (difícil desfazer)? Framework Bezos.

03 · Maturidade de dados

Como a organização costuma obter a informação que molda a decisão.

04 · Pressão de tempo

Quanto tempo você tem antes da decisão precisar ser tomada.

05 · Stakeholders

Quantas pessoas precisam alinhar na decisão final. A literatura mostra um sweet spot: 2–5 decisores tendem a superar tanto o decisor solo (viés de um só) quanto o comitê grande (custo de coordenação).

Como calculamos

O modelo

Cada coeficiente abaixo é puxado de uma fonte revisada por pares ou de um estudo setorial publicado. O objetivo é uma faixa defensável, não uma previsão exata.

Qualidade = 37% (baseline) + ajustes por maturidade de dados, pressão de tempo e stakeholders. Capada entre 5% e 75%.

Faixa de exposição = porte da decisão × (1 − qualidade) × [5% .. 25%], multiplicada por 1,5 para decisões de mão única.

Fontes

  1. McKinsey & Company, "Decision Making in the Age of Urgency", 2019: 37% dos executivos sêniores pesquisados classificaram suas decisões típicas como de alta qualidade. Isso fixa o baseline da nossa estimativa.
  2. Brynjolfsson, McAfee & Hitt, MIT Sloan / HBR, "Strength in Numbers: How Does Data-Driven Decisionmaking Affect Firm Performance?", 2011: empresas data-driven são 5 a 6% mais produtivas e lucrativas que os pares. Traduzimos isso conservadoramente em +12pp de qualidade para maturidade de dados sistemática.
  3. PMI, "Pulse of the Profession" (2020): organizações desperdiçam ~9,9% de cada dólar investido por má performance de projeto. Baseia o limite inferior da nossa faixa de exposição (5%, conservador).
  4. Jeff Bezos, carta aos acionistas de 1997 e textos subsequentes: framework "portas de mão única vs. portas de mão dupla". Decisões irreversíveis carregam um multiplicador de 1,5× no downside no nosso modelo.
  5. Bain & Company, Blenko, Mankins, Rogers, "Decide & Deliver" (2010) + Surowiecki, "The Wisdom of Crowds" (2004) + "decision hygiene" de Kahneman: a qualidade de decisão é não-monotônica em relação ao tamanho do grupo. Um grupo pequeno (2 a 5) supera tanto o decisor solo (viés de ponto único) quanto o comitê grande (custo de coordenação, groupthink). Aplicamos +3pp para grupos de 2 a 5, −6pp para 6+, e 0pp para solo.
  6. Kahneman & Tversky, décadas de literatura sobre vieses (sintetizada em *Rápido e Devagar*, 2011): pressão de tempo amplifica overconfidence e anchoring. Decisão urgente → −10pp de qualidade.
  7. IBM, "Cost of a Data Breach Report 2024": custo médio global de um vazamento é US$ 4,88 mi. Referência contextual quando a decisão envolve novas superfícies expostas.
O que isto não é

Este diagnóstico é uma referência ilustrativa baseada em benchmarks externos. Não é previsão, não é valuation, não é opinião de consultoria. Resultados reais dependem dos seus dados, do seu contexto e da sua execução. Para uma decisão que importa, rode a análise de verdade, ou agende um diagnóstico com escopo fechado com o D.Lab.

Aplique esse rigor à sua decisão de verdade

O diagnóstico é público porque o método é o que importa. Quando você precisar do mesmo rigor aplicado ao seu contexto específico, a gente tem um engajamento com escopo fechado pra isso.

Agendar um diagnóstico → Ver pesquisas abertas